Aquários Globo-de-Vidro Imprimir E-mail


 

Esse tipo de aquário alcançou certo grau de popularidade nos anos 50 e 60 do século passado, em grande parte, devido ao preço relativamente baixo em relação aos aquários convencionais.

 

O fator que mais encarecia o aquário nesta época era o custo da armação que além de ter de ser feita em cantoneira de metal (ou seja, ferro, aço inox, alumínio, etc.) requeria sua confecção por um artífice (artesão ou serralheiro) capacitado, visto que caso as cantoneiras não estivessem rigorosamente no esquadro e suas superfícies internas não fossem isentas de imperfeições, teríamos fatalmente como resultado, vazamentos ou vidros partidos.

 

Começaram a ter sua fatia de mercado reduzida a partir da década de 70 com a entrada no Brasil dos adesivos de silicone que permitiram a confecção dos aquários que conhecemos hoje, feitos unicamente de chapas de vidros coladas entre si.

 

Apesar do aspecto estético conferido pela forma arredondada, os aquários “tipo globo”, são frágeis e pouco práticos, apresentando áreas de superfícies muito pequenas em relação ao volume que comportam, não suportando o mesmo numero de peixes que um aquário convencional de igual volume (lembre-se que a área de superfície é uma das principais características que definem a quantidade de peixes que podem ser abrigados em determinado aquário!).

 

Por esses motivos devem ser relegados a arranjos florais ou montagens de terrários só para plantas, sempre tendo em mente a fragilidade o material com que é fabricado (vidro soprado).

 

aquário plantado simulando pradaria