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Para a suplementação do gás carbônico em aquários, recorre-se à sua injeção, mediante diversos métodos. Para uma dissolução mais eficiente do gás, utiliza-se um dispositivo especial, o difusor de gás carbônico. Consiste, este dispositivo, em um tubo contendo água, ligado à fonte do gás (cilindro ou balão, reator caseiro, etc...), e tendo em sua extremidade superior, uma tela de nylon, muito fina. O CO2 é injetado no tubo, tendo sua vazão regulada de modo a formar um bolsão de gás, que se acumula sob a tela de nylon muito fina. O gás retido, vai se dissolvendo continuamente, formando ácido carbônico.
Outro aparelho, muito empregado, é o reator de CO2, o qual consiste basicamente em um tubo ou coluna, repleto de bio-balls, acoplado a uma bomba para circulação da água e ao sistema de injeção de CO2. O equipamento, promove uma re-circulação, de maneira lenta e continuada, da água acidulada pela injeção do gás carbônico, através da coluna de bio-balls, antes de devolvê-la ao aquário. A idéia é aumentar ao máximo possível o tempo de contato entre o gás e a água.
A vantagem deste aparelho, consiste em aproveitar ao máximo o gás injetado, sem perdas para a atmosfera. Um dispositivo, denominado conta bolhas, permite administrar o gás na forma de determinada quantidade de bolhas por minuto, permitindo um controle simples e eficiente do CO2.
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