Afora
os agentes causadores de doenças, as piores pestes
que podem dar as caras num tanque de jardim são
as algas em suas inúmeras facetas. As algas podem
assumir a forma de um lodo verde pegajoso e muscilaginoso,
novelos de finos cabelinhos verdes, delicados feltros
veludosos e sopa de ervilhas batidas nos liquidificador.
Aparecem, geralmente, na primavera e princípios
do verão, sempre após as primeiras chuvas.
Uma vez instaladas, se tornam perenes e muito difíceis
de erradicar. Para combatê-las dispomos de algumas
estratégias:
Controle biológico:
- Consiste na utilização de microorganismos
(bactérias) que se alimentam dos mesmos nutrientes
que as algas, competindo com estas e mantendo-as dentro
dos limites toleráveis.
Emprego de floculadores:
- Aglutinam as partículas em suspensão
(algas unicelulares inclusive), fazendo com que afundem.
Tem a desvantagem de não matar as algas e requerer
uma sifonagem bem executada para retirá-las do
tanque.
Algicidas: - Efetivamente
matam as algas, mas se constituem em fator de risco
para peixes, plantas aquáticas (e algumas que
não o são) e animais que eventualmente
venham a beber da água tratada.
Emprego de aparelhos esterilizadores
de ultravioleta: - Efetivo em algumas situações.
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