a
.: Localização

a
.: Equipe seu Aquário
.: Fornecedor
.: Fotos
.: Informativo
.: Matéria
.: Novidade
.: Produto
.: Promoção

a
Lagarto
.: Iguana
.: Teiú
a
Peixe
.: O que é peixe?
.: Aquario Hospital
.: Doce
.: Marinho
.: Plantas
a
Serpente
.: Jibóia
Tartaruga
.: Cágado
.: Jabutí
.: Tigre d' água
 

.: Produto - Iluminação

Entenda!


A água, e em especial a água salgada, absorve a luz de maneira seletiva, de acordo com seu comprimento de onda. As cores que correspondem aos maiores comprimentos de onda, (extremidade azul do espectro luminoso visível) penetram mais profundamente, que as ondas mais curtas (extremidade vermelha). Até ai tudo bem, esse fato é conseqüência das leis da física que controlam as coisas naturais no Universo, só que muitos dos organismos marinhos (e aqueles mais bonitos, os que parecem flores), são simbiontes com organismos fotossintetizantes, ou seja, precisam desesperadamente de luz para viver e se desenvolverem.
Felizmente para os aquaristas, prover uma iluminação adequada para invertebrados que contenham zooxantelas, não significa duplicar exatamente as condições existentes, em um recife de coral, ás doze horas de um dia sem nuvens. Antigamente, costumava-se recomendar uma intensidade luminosa de aproximadamente 100.000 lux (equivalente ao sol do meio dia no equador terrestre), como absolutamente necessária para o desenvolvimento dos corais. No entanto, pesquisas de campo demonstraram que a maioria das espécies de corais existentes, não utiliza mais do que 20 % da energia luminosa disponível, podendo mesmo crescer em níveis muito mais baixos de iluminação. A exceção fica por conta dos corais muito ramificados, como os Acropora spp, os quais necessitam de maior quantidade de energia luminosa, em boa parte devido à sombra que os ramos jovens fazem á medida que crescem, sobre os mais velhos.
Medições realizadas a um metro de profundidade, em um recife de coral localizado na Indonésia, variaram de 2.800 lux, ao amanhecer, subindo para 14.000 lux, ás 11h00min horas, e atingindo um máximo de 26.000 lux ás 14h00min horas, declinando para 7.200 lux, no final da tarde. Desde que a grande maioria das espécies de corais apropriados para aquários está representada em profundidades médias entre 10 e 15 metros, onde jamais teremos leituras de 20.000 lux, podemos considerar um valor equivalente a 10.000 lux, como perfeitamente adequado á maioria dos aquários de rochas vivas. Este valor corresponde aproximadamente a 10 % da incidência solar direta, sobre a superfície do mar, na região dos recifes de corais australiana ao meio dia.
A luz solar tem uma temperatura de cor aproximada de 5.500 graus Kelvin, porém os especialistas consideram mais adequados para o aquário marinho uma temperatura de cor, na faixa acima dos 7.000 ou 7.500 Kelvins, e um espectro amplo do vermelho ao azul, com picos máximos na faixa azul próxima ao ultravioleta (por volta dos 420 nm. ). E, como a maneira mais conveniente para o hobbista simular o ciclo dia-noite, consiste em utilizar a iluminação artificial, podemos escolher um mix de lâmpadas que nos proporcionem as características necessárias. Além disso, as lâmpadas podem ser acionadas por um timer no horário pré-programado devendo permanecer acesas por volta de 12 horas seguidas. Com a utilização de dois ou mais timers podemos acionar seqüencialmente as lâmpadas simulando os níveis de iluminação naturais que ocorrem do amanhecer ao ocaso.


Tipos de lâmpadas


As lâmpadas fluorescentes de aplicação na aquariofilia são encontradas em três tipos: normal, alto rendimento (H.O.), e rendimento muito alto (V.H.O.), tendo em comum o inconveniente de sofrer uma rápida degradação na emissão de seu espectro particular, ou seja, tendem para o vermelho á medida que envelhecem, se fazendo necessária uma substituição por lâmpadas novas a cada seis a oito meses . As lâmpadas HO e VHO, requerem, além disso, reatores específicos, fatos que oneram em muito os custos de instalação e manutenção.
As lâmpadas de haleto metálico (metal halides) e as lâmpadas halógenas, são de porte consideravelmente menor, que as lâmpadas fluorescentes e produzem significativamente maior intensidade luminosa, penetrando mais profundamente na água, e são apresentadas em maiores potencias em Wats, sendo indicadas especialmente para aquários profundos (mais de 50 cm de profundidade). Em contrapartida, emitem muito mais calor que as lâmpadas fluorescentes, se fazendo necessária a instalação de ventoinhas ou ventiladores para o resfriamento da instalação. Outro problema relacionado a estas lâmpadas reside na alta emissão de luz na faixa do ultravioleta, necessitando a instalação de filtros (uma chapa de vidro temperado) para este comprimento de onda. Geralmente as luminárias específicas para estas lâmpadas, existentes no comércio, já contam com este filtro incorporado.


Aquário Itaquera

Ver produtos Voltar para Produto